Juros compostos: como funcionam e porque o tempo importa
Perceba de forma simples como funciona o efeito dos juros sobre juros e porque o tempo pode ter um papel importante no crescimento de um investimento ao longo dos anos.
Ler artigo →Introduza o capital inicial, a taxa de juro e o prazo do investimento para perceber, em segundos, quanto os juros sobre juros podem valer a longo prazo.
Nos juros simples, ganha-se sempre sobre o mesmo capital. Nos juros compostos, cada juro gerado passa a fazer parte do capital — e passa também a gerar juros. É o efeito popularmente conhecido como "juros sobre juros".
Os juros de um período são reinvestidos automaticamente, passando a integrar a base sobre a qual os juros seguintes são calculados. O crescimento deixa de ser uma linha reta e passa a acelerar.
O efeito composto é discreto nos primeiros anos, mas torna-se muito expressivo a partir da segunda década. Começar cedo pesa mais do que investir montantes elevados mais tarde.
Contribuições regulares, mesmo pequenas, somadas ao efeito composto, tendem a produzir melhores resultados do que tentar acertar o "momento certo" para investir.
Não é necessário escolher um investimento específico para perceber o poder da capitalização. Estes exemplos ajudam a compreender os principais fatores que influenciam a evolução de um capital ao longo do tempo.
Quando os juros gerados permanecem investidos, passam também a participar no crescimento dos períodos seguintes. Por isso, aumentar o prazo pode ter um impacto significativo no resultado de uma simulação.
Adicionar uma determinada quantia todos os meses aumenta progressivamente o capital investido. Na nossa calculadora, podes combinar uma contribuição mensal com um capital inicial e observar o efeito ao longo dos anos.
Uma taxa de crescimento utilizada numa calculadora é apenas uma hipótese matemática. Investimentos reais podem ter oscilações, custos, impostos e risco de perda de capital.
Os exemplos apresentados têm finalidade exclusivamente educativa. A calculadora permite explorar diferentes cenários matemáticos, mas não constitui uma recomendação de investimento nem uma previsão de rentabilidade. Antes de tomar decisões financeiras, considera os riscos, custos, impostos e características do produto em causa.
Conteúdos educativos para compreender melhor os mercados, os investimentos e os principais conceitos financeiros.
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Ler artigo →Conteúdo exclusivamente educativo. Os artigos procuram explicar conceitos financeiros de forma simples e não constituem aconselhamento financeiro nem recomendações de investimento.
Antes de investir, vale a pena ter as bases arrumadas. Estes são hábitos simples que ajudam a criar um orçamento saudável e a construir uma poupança consistente ao longo do tempo.
Divide o teu rendimento líquido em três blocos: 50% para necessidades essenciais, 30% para despesas pessoais e 20% para poupança e investimento.
Antes de investir a longo prazo, guarda o equivalente a 3 a 6 meses de despesas num local acessível, para imprevistos sem teres de desinvestir.
Automatiza uma transferência para a poupança logo no dia em que recebes o salário, em vez de poupar apenas o que sobra no final do mês.
Juros de cartões de crédito e crédito ao consumo costumam superar largamente o retorno de qualquer investimento — liquida-os antes de começar a investir.
Subscrições esquecidas e comissões bancárias somam-se ao longo do ano. Uma revisão mensal rápida evita fugas silenciosas ao orçamento.
Pequenas despesas do dia a dia são as que mais escapam ao controlo. Registá-las é o primeiro passo para perceber onde o dinheiro está realmente a ir.
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